sábado, 1 de junho de 2013

CONVERSANDO SOBRE O ESPIRITISMO

 
Hoje, conversando com alguns amigos uma conversa meramente informal, estávamos a discutir a respeito do Espiritismo Cardecista. De como encará-lo sob uma perspectiva do mundo contemporâneo. Sabe-se, até por definição, que a Doutrina Espírita é tida como uma tríade que oscila pelas vertentes da religião, da filosofia e da ciência. Eu, pessoalmente, quero desconsiderar essas duas primeiras e partir do princípio de que O Consolador é ciência pura. Dentro de alguns anos, princípios que norteiam o Espiritismo serão utilizados para apoiar e, até explicar, fenômenos e fatos científicos que estão sendo estudados, atualmente, por ciências como a Biologia, a Química, a Física e a Matemática. Grandes espíritos estão reencarnando a partir do início do Terceiro Milênio e têm como missão trazerem luz à ciência, nos pontos obscurantistas. Tratar o Espiritismo como religião é permanecer na mesmice da credulidade, da fé sem racionalidade. É tratar, tão somente, dos dogmas inerentes àquelas. Vincular o Cardecismo à Filosofia é querer explicar o tudo sem o propósito de fazer-se entender, cristalinamente. O Espiritismo é divino porque é a ciência do mundo espiritual aplicada a todas as coisas existentes no mundo material. É a relação única, perfeita, das nossas existências tangíveis e intangíveis, em quaisquer lugares em que exista vida no universo. É o expressar eterno das vontades de Deus aplicadas nas vertentes da moralidade e da cientificidade. É a compaixão e o amor divinos para proporcionar a constante progressão de cada um de nós, sem céu e sem inferno. Enfim, o Espiritismo é ciência, simplesmente, por traduzir a vontade imutável do mundo espiritual, que é a vontade de Deus.
Por Rui Ricardo Ramos.