segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

O DESPREZADO.

Coerente com o espírito
dista numa coexistência coeva,
coeternamente
dessa coisificação coercitiva.
Coleadamente,
coinquinou o próprio nome,
colapseou coitadamente
o seu ego
e coinchou
feito um suíno na cocha
aturdido por uma breve cognição.
Coaptou o coágulo coativo
das suas idéias e, coato,
criou cobaia de si mesmo.

Por RUI RICARDO RAMOS.

NOTA: Texto poetizado em 07.02.1992. Inédito!

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Quem sou eu

Tenho 46 anos, sou casado e tenho uma flha que se chama Náheda Cecília e uma esposa chamada Geralda. Sou funcinário público do Poder Judiciário. Sou formado em dois cursos superiores: Engenharia de Minas e Licenciado em Ciências Geográficas. Vivo na bela e punjante cidade de Campina Grande - PB. Sou poeta por opção e por receio de perder-me nos bastidores das minhas idéias. Assim, transformo-as, tão somente, em palavras e poesias.