quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

O PALHAÇO.

Abençoada seja a lona que resguarda
e acalenta sonhos de criança
transmissíveis aos olhos de quem guarda
e reconhce nos gestos, a mais terna herança.

Louvadas seja as luzes que iluminam
e eternos os palcos que sustentam
as doces lágrimas que da emoção germinam
e brandeiam e ostentam.

Valor tenham os príncipes, os reis,
o cobre, ouro, o aço.
Cumpridas sejam as normas, as leis,
mas amado e adorado, seja o palhaço.

Por RUI RICARDO RAMOS.

NOTA: Texto poetizado em 18.07.1986. Inédito!

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